segunda-feira, 13 de outubro de 2008
»Alarme falso«
Antigamente ter vontade significava outra coisa... Odeio lembranças.
»Será que voltou????«
Ontem, Dia das Crianças (parabéns Eu), estava assisitindo um programa na tv e tinha um monte de gente que foi demitida por causas absurdas, sabe? Tipo a aeromoça que levou cartão azul por ter um blog com algumas fotos dela usando só... Usando roupa comum, como qualquer outro ser humano comissário de bordo usaria. Entre outros tanto exemplos me peguei em São Paulo jogando um certo joguinho com uma dada arma de brinquedo. Ah, e claro que me peguei comemorando 23 anos fazendo uma festa enorme, que durou tempo suficiente pra ser ótima!!! E hoje me pego aqui sabendo que ninguém que deveria vai ler! hehehehehe! Felizmente tenho certeza que não fui o maior prejudicado.
PARABÉNS VÔ!!!!

Um post não vai dar, deixarei pra mais tarde e espero que eu ainda tenha o que falar.
Sabe, tô muito bem!
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
»Mallu Magalhães«
Vanguart
Ah, se eu fizesse tudo que eu sonho,
Se eu não fosse assim tão tristonho,
Não seria assim tão normal...
Ah, se eu fizesse o que eu sempre quis,
Se eu fosse um pouco mais feliz,
Levantasse o meu astral.
Sete dias vão e eu nem fui ver...
Sete dias tão fáceis de se envolver...
Ah, se eu tivesse fotografado!!
Se eu tivesse integrado
Num mundo sobrenatural...
Ah, eu seguiria o realejo!
Desenharia o que eu vejo
No meu cereal!!
Trinta dias do mês que ficou pra trás...
E eu sou só mais um desses meros tão mortais...
Ah, se eu fizesse alguma diferença,
Se eu curasse uma doença
Com uma força genial.
Ah, eu cantaria pra fazer sorriso!
Eu perderia o meu juízo
Só pra ser especial...
Sete dias vão e eu nem fui ver.
São sete dias tão fáceis de se envolver...
Trinta dias do mês que ficou pra trás...
E eu sou só mais um desses meros tão mortais...
Ah, se eu fizesse tudo que eu sonho,
Se eu não fosse assim tão tristonho
Não seria assim tão normal!
Ah, se eu fizesse o que eu sempre quis,
Se eu fosse um pouco mais feliz
Se eu levantasse o meu astral...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
»Ampulheta«
É filhote parido sem a mãe.
É musgo liso na pedra.
É bactéria parasita.
É o medo.
Sou Fred.
Sou caracterizado.
Sou aquele transeunte.
Sou lembrado como... sou?
Sou chamado lirista e saudosista.
»Proparoxítona«
Esse jogo incrédulo de lágrimas frígidas.
Possuído pelo estúpido escrúpulo de métrica
Permaneço ouvinte esdrúxulo e último: lúgubre.
Tento recitar fonéticas, cânticos, mágicas.
Tímido e pálido, escondo-me do gélido fôlego;
O último que lembro daquela pálida de ímpetos
Fogosos, de cócegas e risadas estrambólicas.
Eu gostava até das fatídicas e célebres cólicas.
Hoje, mãos trêmulas.
Hoje, lábio estático.
Hoje, noite trágica.
Estatísitca que levei ao túmulo antes de ler.
Amanhã?
Proparoxítona.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
»Desespero!!!!«
O desespero tomou conta do meu ser. Não fiquei preocupado em nenhum momento com possíveis emails que poderiam mandar, mas fiquei preocupadíssimo com as coisas que lá se encontram...que não são minhas.
Dividir a vida com outra pessoa, dividir o tempo com outras tantas pessoas, dividir espaços com N seres, abrir o seu livro para que alguns poucos leiam. Estamos sempre dividindo, shareando, socializando. Mas meu medo foi exatamente esse: dividir demais.
E acho que não só o meu, mas de toda essa sociedade. Toda essa gente como eu e você. Que sente, que deseja... Mas isso eu divago depois...
Aliás, dei um jeito de conseguir minha conta novamente... se alguém pegou algo, vou precisar de um advogado...rs!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
»Então pare...«
Closed Caption
"Maconha.
É a droga ilícita mais comum e utilizada nos EUA. Vocês sabem que os efeitos em fumá-la podem ser debilitadores. A curto prazo os efeitos incluem: problemas de memória, distorção de percepção, perda de coordenação... e problemas de memória. A longo prazo os efeitos são provavelmente ainda piores. Maconha faz você pensar que você é algo que você não é. Eu achava que era alguém que não era. E agora eu não sou. Então pare."
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
»Por que Jeca?«
Me peguei divagando em como me pareço com Jeca Tatu.
Vale lembrar que não menciono aqui a barba rala que tenho, sem comparações à voluptuosa e vasta colônia de pêlos faciais de nosso querido Jeca. Nem venho falar do chapéu, que até gostaria de ter um...
Mas... e o olhar?
Olhos no infinito, olhos viajando, divagando... Parecem não ter certeza de nada. Perguntam e não recebem respostas. Refutam e não encontram saída. Procuram e não encontram solução.
Talvez eu seja Tatu, talvez Jeca... Mas com certeza divido o infinito no olhar...
domingo, 28 de setembro de 2008
»Morenas...«
sábado, 27 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
»Eu tenho cicatrizes«
Foi no começo, quando o partido ainda era firme e o melhor do mundo.
Você não tem jeito, num momento de fraqueza te pegaram direitinho.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
sábado, 6 de setembro de 2008
»Cianeto«
Desempregado e Mal-amado.
Na surdina e meio embriagado.
Certas vezes eu me odeio. Ao me conhecer percebi que minha muleta tinha nome e sobrenome, tinha carinho e preocupação. Hoje não há nada... E em mim também não, porque certas vezes, eu me odeio.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
The Unforgiven III
Would change his life forever?
Set sail to sea but pulled off course
By the light of golden treasure
Was he the one causing pain
With his careless dreaming?
Been afraid
Always afraid
Of the things he's feeling
He could just be gone
He would just sail on
He would just sail on
How can I be lost?
If I've got nowhere to go?
Searched the seas of gold
How come it's got so cold?
How can I be lost
In remembrance I relive
How can I blame you
When it's me I can't forgive?
These days drift on inside a fog
It's thick and suffocating
This seeking life outside its hell
Inside intoxicating
He's run aground
Like his life
Water's much too shallow
Slipping fast
Down with the ship
Fading in the shadows now
A castaway
Blame
All gone
Away
Blame gone away
How can I be lost
If I've got nowhere to go?
Search for seas of gold
How come it's got so cold?
How can I be lost
In remembrance I relive
And how can I blame you
When it's me I can't forgive?
Forgive me
Forgive me not
Forgive me
Forgive me not
Forgive me
Forgive me not
Forgive me
Forgive me, why can't I forgive me?
Set sail to sea but pulled off course
By the light of golden treasure
How could he know this new dawn's light
Would change his life forever
How can I be lost
If I've got nowhere to go?
Search for seas of gold
How come it's got so cold?
How can I be lost
In remembrance I relive
So how can I blame you
When it's me I can't forgive?



