quarta-feira, 10 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
»O Come-Quieto«
Procurando no google eu encontro na minha segunda opção:
QUEM COME QUIETO, COME SEMPRE..., Casa dos Contos Eróticos19 Nov 2004 ... Levei a Ana no ponto final do ônibus, nos beijamos e ela foi embora rebolando sua bunda maravilhosa dizendo: - Quem come quieto, come sempre ...
www.casadoscontos.com.br/texto/200411192 - 26k - Em cache - Páginas Semelhantes -
Ok. Digo até que fiquei impressionado com minha segunda forma de busca. Michaelis da UOL. Come-quieto existe. Vamos ver...
come-quieto
co.me-qui.e.to
sm 1 Calçado de lona; tênis. 2 Indivíduo discreto que não alardeia suas aventuras. Pl: come-quietos.
Calçado?!?!?! Minha curiosidade... Procurei, mas muito mal. Você conhece? É, nem eu... Conhece um come-quieto? Não, né? Senão já não é come-quieto. É, te peguei.
Indivíduo discreto...
Não alerdeia suas aventuras...
Não é tão inteligente quanto é esperto. E talvez se ache demais.
Acho que ele é prolixo.
E tenho o dito.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
»♫«
Do dia 06 de junho até dia 24 de junho. Exatos 18 dias.
O mês das lembranças.
O mês da amargura.
O mês do silêncio dolorido.
Voltam as lembranças. Retorna o medo.
Mas de que, ao certo?
domingo, 24 de maio de 2009
»Pandaˉ¹«
Diria até meio trocada.
Seu olhar disposto...
Um calor no rosto...
Mas está adorável
Com vergonha?
Te agarro
terça-feira, 12 de maio de 2009
»Displicente«
adj m+f (lat displicente) 1 Que causa displicência; desagradável, molesto. 2 Que revela, ou em que há displicência ou descaso; desmazelado, desleixado, negligente.
Deixar-te ir não é agradável. É displicente.
Não ter teu afago é uma negligência a minha vontade. É uma displicência.
Deixar de sentir doces aromas ao pescoço é descaso. Imensa displicência.
Mas creio que rios e meses unem-se e formam nomes que permeiam os problemas. Não tenho o direito de julgar, mas julgado como fui, tenho o direito de ficar chateado. E é assim que percebo como o medo persegue. O medo do bom e do ruim, assim como do desconhecido e do imprevisto. A imprevisibilidade do escritor te expôs ao terror da ilusória ignorância. Esta, por sua vez, faz perder o senso de certo e errado, justo e injusto, fato e imaginação.
Mas talvez eu esteja errado.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
»Cartas Marcadas de um Baralho em Branco«
Os cálculos rabiscados entre os milhões de rascunhos
Estavam prestes a tornar-se meras cinzas; números escondidos.
A vida voltava a fazer coerência mesmo sem tê-la nos punhos.
A inegável exuberância dos meus sonhos renderam cartas.
Cartas marcadas de um baralho em branco, esperando motivos
Para serem traçados e pintados pelo aval do destino criativo,
Passando por cima dos quadros tortos na parede farta.
Estamos repletos dos outros e vazios de todos.
Formamos cada vez mais estranhos nas mentes
Girando ao redor de eixos inexistentes
Cópia de ás de espada tolo.
Figura sem cor que mente.
Carta marcada sem consolo.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
»Poli e Eu«
"São arrogantes, petulantes e precisam mesmo é de uma boa f***! São máquinas de fazer provas. De que adianta saber muito e não saber usar?"
Opinião esta de um engenheiro taubateano.
De acordo com meus amigos engenheiros campineiros, formados na UNICAMP, São Paulo não é patamar de comparação, visto que não conhecem um mero engenheirinho descente. E de qualidade meus amigos conhecem: empregados antes de formados (não, não é estágio, é emprego mesmo), alguns nas terras americanas a estudar petróleo, outros contratados por empresas de culhão internacional, outros nos rios de $ proporcionados por quem realmente sabe trabalhar.
Após um série de pesquisas cheguei a uma conclusão.
Chupa Poli. Mas gostoso. Nasceu do nicho que te fez ter a cara enfiada nos livros e esquecer do jogo de cintura. Ser pau mandado, como pude presenciar.
Sou físico, sou professor. Estou no meio acadêmico e dou aula para engenheiros que, ao contrário de muitos, trabalham para sustentar uma casa, uma família, uma faculdade, uma dignidade, como diria Marx. Como filho de professor, este também engenheiro, como descendente de uma família de antigos lecionadores percebo que o problema não está somente na Poli.
Nossas crianças não aprendem, tornam-se máquinas de tabuada. Nossos adolescentes não são criativos, são jovens transviados e sem rumo. Nossos futuros profissionais pessoas manufaturadas aos moldes de cinquenta anos atrás.
Posso não mudar o mundo, mas farei diferença.
domingo, 19 de abril de 2009
»A Modesta Cultura da Saudade«
A tempestade enxarca a socidade em sua vontade, sem utilidade, de vaidade.
Existe uma infinidade de peculiaridades na sanidade.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
»♥♠♦♣«
VIDA
terça-feira, 7 de abril de 2009
»Porque ainda não te conheço...I«
De te amar antes de saber quem é, continuo sem parar.
Without You
Silverchair
Composição: Indisponível
Miles Away
There's hopeless smiles brighter than mine
And I need for you to come and go
Without the truth falling out.
Old incisions refusing to stay
Like sun through the trees on a cloudy day
You brighten my life like a polystyrene hat
But it melts in the sun like a life without love
And I've waited for you so I'll keep holding on
Without You (2X)
Telephone
Socially scared and impaired
If the trees will bloom the wind can blow
Without the fruit falling out
Old incisions refusing to stay
Like sun through the trees on a cloudy day
You brighten my life like a polystyrene hat
But it melts in the sun like a life without love
And I've waited for you so I'll keep holding on
Without You (2X)
Feels like the wind blows
Holding you with us
She takes no other
False light and ashes
Blooming like winter
You brighten my life like a polystyrene hat
But it melts in the sun like a life without love
And I've waited for you so I'll keep holding on
Without You (3x)
»Porque ainda não te conheço...II«
De te amar antes de saber quem é, continuo sem parar.
Without You
Silverchair
A milhas de distânciahá sorrisos sem esperança mais brilhantes que o meu.
E eu preciso de você pra ir e vir
sem que a verdade seja esquecida
Velhas lembranças se recusam a permanecer,
como o sol através das árvores,
em um dia nublado
Telefone...
Socialmente assustado e prejudicado.
Se as árvores florecerão o vento pode soprar
sem que as frutas caiam
É como se o vento soprasse
segurando-te conosco
Ela não aceita mais falsas luzes e cinzas
Florescendo como o inverno
Você iluminou minha vida, como um chapéu de poliéster,
mas ele derrete-se ao sol como uma vida sem amor.
Mas eu esperei por você então me manterei firme.
Sem você...
segunda-feira, 30 de março de 2009
»Sete - Luxúria«
Quem vai lamber tudo o que você quis e te mostrou que a língua é um órgão tão gostoso? Me diz como você se sentiu da PRIMEIRA VEZ? Você lembra, eu sei. Você vai lembrar de tudo.
Quem vai puxar seu cabelo pela nuca, hein? Fala logo pra mim do fogo que queimava enquanto o lençol dessarrumava. Como era sua boca em torno da minha? Como é sentir a respiração ofegante junto ao rosto? Pernas, barriga, seios, braços, mãos. Isso é muito pouco.
Nunca sentir-se satisfeito: gula
Querer conseguir melhores: vaidade
Desejo incontrolável: inveja
A dor da negação: ira
A calmaria do após: preguiça
Nossa possessividade: avareza
LUXÚRIA.
Vem e me diz se isso tudo não passa de sonho, tal qual o que me peguei acordado, entrelaçado pelas coxas de outra, sugado pelos lábios de qualquer uma e cheio daquela ânsia latejante. Se mostra flamejante; salta, brilha e grita! Grite!
Grite, pois ela está aí.
E aqui também.
Será que você encontrou a luxúria? Ela se esconde muito bem...
segunda-feira, 9 de março de 2009
»Sete - Vaidade«
Pecado típico das mulheres, a vaidade abate com moderação os homens, confundida muitas vezes com o orgulho. A sensação de perda, de não fazer algo tão bom quanto o esperado frustra antes mesmo do realizado. Escrever tão bem quando gostaria, agradar uma pessoa esperando retorno, sentir rancor e até ter saudade; acho que todos se enquadram à vaidade.
A soberba material.
A diminuta vontade de melhorar.
A falta de paixão por outrem.
O excesso de vaidade.




