domingo, 12 de julho de 2009

»Sonhos que Podemos Ter...«

Somos Quem Podemos Ser
Engenheiros do Hawaii
Composição: Humberto Gessinger


Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos
Às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração...

A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...

Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...

Um dia me disseram
Quem eram os donos
Da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem
Essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro, ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum...

A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...

Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...

Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão
Quem ocupa o trono
Tem culpa
Quem oculta o crime
Também
Quem duvida da vida
Tem culpa
Quem evita a dúvida
Também tem...

Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter....

domingo, 5 de julho de 2009

»Sonhos«




Carl Gustav Jung , baseado na observação de seus pacientes e em experiências próprias, tornou mais abrangente o papel dos sonhos, que não seriam apenas reveladores de desejos ocultos, mas sim, uma ferramenta da psique que busca o equilíbrio por meio da compensação. Ou seja, alguém masculinizado pode sonhar com figuras femininas que tentam demonstrar ao sonhador a necessidade de uma mudança de atitude. Na busca pelo equilíbrio, personagens arquetípicas interagem nos sonhos em um conflito que buscam levar ao consciente conteúdos do inconsciente. Entre essas personagens, estão a anima (força feminina na psique dos homens), o animus (força masculina na psique das mulheres) e a sombra (força que se alimenta dos aspectos não aceitos de nossa personalidade). Esta última, nos sonhos, são os vilões. Um aspecto muito importante em se atentar nos sonhos, segundo a linha junguiana, é saber como o sonhador, o protagonista no sonho (que representa o ego) lida com as forças malignas (a sombra), para se averiguar como, na vida desperta, a pessoa lida com as adversidades, a autoridade e a oposição de idéias. Jung aponta os sonhos como forças naturais que auxiliam o ser humano no processo de individuação.

Ao contrário de Freud, as situações absurdas dos sonhos, para Jung, não seriam uma fachada, mas a forma própria do inconsciente de se expressar. Para o mestre suíço, há os sonhos comuns e os arquetípicos, revestidos de grande poder revelador para quem sonha. A interpretação de sonhos é uma ferramenta crucial para a psicologia analítica, desenvolvida por Jung.


(Fonte: Wikipedia)

Andei sonhando umas coisas estranhas. Tem gente na caxola aqui.


domingo, 28 de junho de 2009

»Jesus e Kardec«


Ante a Revelação Divina, assevera Jesus: - "Eu não vim destruir a Lei."
E reafirma Allan Kardec:- "Também o Espiritismo diz: - não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução."
Perante a grandeza da vida, exclama o Divino Mestre:- "Há muitas moradas na casa de meu Pai."
E Allan Kardec acentua: - "A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem aos Espíritos, que neles reencarnam, moradas correspondentes ao adiantamento que lhes é próprio."
Exalçando a lei de amor que rege o destino de todas as criaturas, advertiu-nos o Senhor: - "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei."
E Allan Kardec proclama: - "Fora da caridade não há salvação."
Destacando a necessidade de progresso para o conhecimento e para a virtude, recomenda o Cristo: - "Não oculteis a candeia sob o alqueire."
E Allan Kardec acrescenta: - "Para ser proveitosa, tem a fé que ser ativa; não deve entorpecer-se."
Encarecendo o imperativo do esforço próprio, sentencia o Senhor: - "Buscai e achareis."
E Allan Kardec dispõe: - "Ajuda a ti mesmo que o Céu te ajudará."
Salientando o impositivo da educação, disse o Excelso Orientador: - "Sede perfeitos como é perfeito vosso Pai Celestial."
E Allan Kardec adiciona: - "Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações infelizes."
Enaltecendo o espírito de serviço, notificou o Eterno Amigo: - "Meu Pai trabalha até hoje e eu trabalho também."
E Allan Kardec confirma: - "Se Deus houvesse isentado o homem do trabalho corpóreo, seus membros ter-se-iam atrofiado, e, se houvesse isentado do trabalho da inteligência, seu espírito teria permanecido na infância, no estado de instinto animal."
Louvando a responsabilidade, ponderou o Senhor: -"Muito se pedirá a quem muito recebeu."
E Allan Kardec conclui: - "Aos espíritas muito será pedido, porque muito hão recebido."
Exaltando a filosofia da evolução, através das existências numerosas que nos aperfeiçoam o ser, na reencarnação necessária, esclarece o Instrutor sublime: - "Ninguém poderá ver o Reino de Deus se não nascer de novo."
E Allan Kardec conclama: - "Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei."
Consagrando a elevada missão da verdadeira ciência, avisa o Mestre dos mestres: - "Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres."
E Allan Kardec enuncia: - "Fé inabalável só aquela que pode encarar a razão face a face."
Tão extremamente identificado com o Mestre Divino surge o Apóstolo da Codificação, que os augustos mensageiros, que lhe supervisionaram a obra, foram positivos nesta síntese que recolhemos da Resposta à Pergunta número 627, em "O Livro dos Espíritos":
"Estamos incumbidos de preparar o Reino do Bem que Jesus anunciou."

Emmanuel

Jesus. Sabedoria, Fortaleza. A Porta.
Kardec. Direção, Sentido. A Chave.



quarta-feira, 17 de junho de 2009

»O Assassino Obama«



Esse repórter puxa-saco...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

»Chama«

Queima para que eu veja tua luz e me chama para ter companhia.
Torna em cinzas para retornar ao pó e me chama para jogá-la ao mar sem fim.
Grite e apele a mim quando o que restar for somente chamas em nosso olhar.
Mas queime tudo, pois agora quem não consegue chamar está sem chama.

E nessa estou sem voz. Sem fogo.

Vem aquecer meu corpo do torpor permanente em meu peito e tome minha atenção para você.
Deixe encontrar na tua voz aquele morno gostoso dos dias de frio...
Forja o ferro em espada e crava clamando por Deus...
...mas não me espere; minha chama não chama mais teu calor.

»Festa Junina e Quermesse É o Que Eu Quero«



Aguardemmmm...


...♪Pula fogueira ia ia♫...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

»O Come-Quieto«

Talvez as más línguas fiquem estarrecidas. Perphaps os colégios, escolas, pais e familiares não aprovem o tal do come-quieto. Mas afinal de contas: qual é o problema do come-quieto?

Procurando no google eu encontro na minha segunda opção:


QUEM COME QUIETO, COME SEMPRE..., Casa dos Contos Eróticos19 Nov 2004 ... Levei a Ana no ponto final do ônibus, nos beijamos e ela foi embora rebolando sua bunda maravilhosa dizendo: - Quem come quieto, come sempre ...
www.casadoscontos.com.br/texto/200411192 - 26k - Em cache - Páginas Semelhantes -


Ok. Digo até que fiquei impressionado com minha segunda forma de busca. Michaelis da UOL. Come-quieto existe. Vamos ver...


come-quieto
co.me-qui.e.to
sm 1 Calçado de lona; tênis. 2 Indivíduo discreto que não alardeia suas aventuras. Pl: come-quietos.

Calçado?!?!?! Minha curiosidade... Procurei, mas muito mal. Você conhece? É, nem eu... Conhece um come-quieto? Não, né? Senão já não é come-quieto. É, te peguei.

Indivíduo discreto...
Não alerdeia suas aventuras...
Não é tão inteligente quanto é esperto. E talvez se ache demais.
Acho que ele é prolixo.

E tenho o dito.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

»♫«

A escalada do homem em sua jornada ao pico da realização é difícil. Simples, mas difícil. Essa confusão entre os antônimos simples e complicado, fácil e difícil, permeiam até as cucas mais atentas.

Do dia 06 de junho até dia 24 de junho. Exatos 18 dias.

O mês das lembranças.
O mês da amargura.
O mês do silêncio dolorido.

Voltam as lembranças. Retorna o medo.

Mas de que, ao certo?

domingo, 24 de maio de 2009

»Pandaˉ¹«

Você está tão engraçada!
Diria até meio trocada.
Seu olhar disposto...
Um calor no rosto...
Mas está adorável
Com vergonha?
Te agarro


Pandaˉ¹

terça-feira, 12 de maio de 2009

»Displicente«

dis.pli.cen.te
adj m+f (lat displicente) 1 Que causa displicência; desagradável, molesto. 2 Que revela, ou em que há displicência ou descaso; desmazelado, desleixado, negligente.

Deixar-te ir não é agradável. É displicente.
Não ter teu afago é uma negligência a minha vontade. É uma displicência.
Deixar de sentir doces aromas ao pescoço é descaso. Imensa displicência.

Mas creio que rios e meses unem-se e formam nomes que permeiam os problemas. Não tenho o direito de julgar, mas julgado como fui, tenho o direito de ficar chateado. E é assim que percebo como o medo persegue. O medo do bom e do ruim, assim como do desconhecido e do imprevisto. A imprevisibilidade do escritor te expôs ao terror da ilusória ignorância. Esta, por sua vez, faz perder o senso de certo e errado, justo e injusto, fato e imaginação.

Mas talvez eu esteja errado.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

»Cartas Marcadas de um Baralho em Branco«

Repentinamente eu percebi que nem tudo estava perdido.
Os cálculos rabiscados entre os milhões de rascunhos
Estavam prestes a tornar-se meras cinzas; números escondidos.
A vida voltava a fazer coerência mesmo sem tê-la nos punhos.

A inegável exuberância dos meus sonhos renderam cartas.
Cartas marcadas de um baralho em branco, esperando motivos
Para serem traçados e pintados pelo aval do destino criativo,
Passando por cima dos quadros tortos na parede farta.

Estamos repletos dos outros e vazios de todos.
Formamos cada vez mais estranhos nas mentes
Girando ao redor de eixos inexistentes

Cópia de ás de espada tolo.
Figura sem cor que mente.
Carta marcada sem consolo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

»Poli e Eu«

Tive conversas com engenheiros da UNITAU. Chegamos a conclusão que, mesmo a poli, famosa por ser uma das melhores escolas de engenharia do Brasil, não forma engenheiros.
"São arrogantes, petulantes e precisam mesmo é de uma boa f***! São máquinas de fazer provas. De que adianta saber muito e não saber usar?"
Opinião esta de um engenheiro taubateano.
De acordo com meus amigos engenheiros campineiros, formados na UNICAMP, São Paulo não é patamar de comparação, visto que não conhecem um mero engenheirinho descente. E de qualidade meus amigos conhecem: empregados antes de formados (não, não é estágio, é emprego mesmo), alguns nas terras americanas a estudar petróleo, outros contratados por empresas de culhão internacional, outros nos rios de $ proporcionados por quem realmente sabe trabalhar.

Após um série de pesquisas cheguei a uma conclusão.

Chupa Poli. Mas gostoso. Nasceu do nicho que te fez ter a cara enfiada nos livros e esquecer do jogo de cintura. Ser pau mandado, como pude presenciar.

Sou físico, sou professor. Estou no meio acadêmico e dou aula para engenheiros que, ao contrário de muitos, trabalham para sustentar uma casa, uma família, uma faculdade, uma dignidade, como diria Marx. Como filho de professor, este também engenheiro, como descendente de uma família de antigos lecionadores percebo que o problema não está somente na Poli.

Nossas crianças não aprendem, tornam-se máquinas de tabuada. Nossos adolescentes não são criativos, são jovens transviados e sem rumo. Nossos futuros profissionais pessoas manufaturadas aos moldes de cinquenta anos atrás.

Posso não mudar o mundo, mas farei diferença.

domingo, 19 de abril de 2009

»A Modesta Cultura da Saudade«

Eu tinha saudade, de verdade. Na realidade, era bem mais uma amizade de difícil adaptabilidade. A afinidade, a dignidade e a crueldade geram ansiedade; parecem durar uma eternidade. As faculdades humanas tornam-se extremidades de grande desigualdade: vulnerabilidade e prematuridade. A felicidade completou a maioridade e passou da idade de ingenuidade para entrar na mocidade. Toda sua jovialidade esqueceu-se da humildade e entrega-se à irresponsabilidade, na ilegalidade, na leviandade e sensibilidade. Estamos na mediocridade. Nossa mentalidade pretende ser majestade aos custos de monstruosidades. A lealdade veste a tonalidade jade. Não sabe-se o que é até que perca-se a sobriedade. Assim a naturalidade rende sua simplicidade.

A tempestade enxarca a socidade em sua vontade, sem utilidade, de vaidade.
Existe uma infinidade de peculiaridades na sanidade.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

»Dúvida Filosófica«

Não entendeu? Estuda!